Roteiro dia a dia dos oito destinos. Foco no que é gratuito e no que realmente vale pagar — Júnio, Lucélia, Bruno, Marcelo e Jean.
A cidade mais bonita e barata da viagem. Passagem curtíssima: faça o essencial agora, à noite, e deixe o resto para a volta em agosto.
A cidade que mais recompensa quem caminha. Cara para comer e para museus, mas quase de graça para simplesmente existir.
A cidade em si é o monumento: as fachadas, as pontes e os bairros não cobram nada. Museu é opcional; caminhar por Paris não é.
O dia mais longo da viagem. Vale muito a pena — uma das imagens mais impressionantes da Europa — mas montado para terminar cedo, por causa do Eurostar de madrugada.
O melhor destino para gastar pouco: praticamente todos os grandes museus nacionais são gratuitos. É política pública britânica, não promoção.
A cidade mais cara da viagem e uma das mais bonitas de graça. A estratégia: comer de mercado e viver a cidade a pé e à beira do lago.
Agora dá para conhecer o Porto de verdade. A manhã de 12/08 é a única janela real — acorde cedo e use-a bem.
Cidade histórica pouco turística e muito agradável. Só o fim de tarde ali, suficiente para o centro histórico, pequeno e concentrado.
Ao lado de Londres, a mais generosa para economizar: os grandes museus abrem gratuitamente todo fim de tarde.
A parte mais urgente do planejamento. Faz sentido usar esses dias para voltar devagar de Madri a Portugal, conhecendo cidades no caminho.